VI CONGRESSO CNIS - «AS IPSS NAS POLÍTICAS SOCIAIS»

Casa cheia em Viseu para discutir a cooperação

Foi pequeno o auditório da Escola Superior de Tecnologia e Gestão de Viseu para acolher os muitos participantes no primeiro dia do VI Congresso da CNIS - «As IPSS nas Políticas Sociais».

Após as boas-vindas de José dos Santos Costa, presidente do Instituto Politécnico de Viseu, Fernando Ruas, edil da cidade de Viriato, e do padre Lino Maia, presidente da CNIS, a primeira mensagem de incentivo surgiu em formato digital diretamente do Palácio de Belém, pela voz do Presidente da República, Marcelo Rebelo de Sousa.

Os trabalhos prosseguiram com a conferência «O pilar europeu dos direitos sociais», pelo antigo ministro do Trabalho, Solidariedade e Segurança Social, José António Vieira da Silva.

O primeiro painel da manhã acabou por ser o mais animado, fruto das intervenções de Ribau Esteves, vice-presidente da ANMP, de Ana Sofia Antunes, secretária de Estado da Inclusão, e ainda de Manuel Lemos, presidente da União das Misericórdias Portuguesas, e do líder da CNIS a propósito do tema «O Triângulo da Cooperação: Estado, Poder Local e Sector Social Solidário».

Já da parte da tarde, os trabalhos versarão as questões legais, mais concretamente «Que modelos de regulação para o Sector Social e Solidário?».

Moderado por Henrique Rodrigues, assessor jurídico da CNIS, o debate contou com Domingos Soares Farinho, Professor na Faculdade de Direito da Universidade de Lisboa, Licínio Lopes Martins, Professor na Faculdade de Direito da Universidade de Coimbra, e ainda com o advogado José Manuel Simões de Almeida.

Os trabalhos prosseguem hoje, com o primeiro painel a debater práticas inovadoras em termos de cooperação.

 
 

 

 

Data de introdução: 2022-06-08



















editorial

Voltar a casa

Sucede que a falta de motivação das IPSS para colocarem a sua rede de ERPI ao serviço do escoamento das situações de internamento hospitalar inapropriado, nas condições atualmente em vigor, se afigura amplamente justificada (...)

Não há inqueritos válidos.

opinião

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